Não é difícil perceber quanto sofrimento existe no interior de cada pessoa, seja do nosso trabalho, da nossa família, da nossa amizade, enfim... sempre que iremos conversar com alguém, perguntar como “vão as coisas” ditado comum nos nossos dias, sempre escutamos primeiramente os problemas as reclamações, porque somos assim?
Primeiro, porque focamos naquilo que vemos maior dificuldade, mas que, nem sempre é dificuldade de fato, pode ser uma coisa pequena quando comparado com problemas de tamanha grandeza que pessoas conhecidas estão enfrentando. Temos obsessão pelos problemas de fato, pois seria tão simples se falássemos primeiro as coisas boas, as maravilhas que temos nos nossos dias como: família, filhos, trabalho, amigos...até mesmo pelo fato de ter acordado e ter um brilhando para nos iluminar, mas não, não sabemos falar nada a não ser de problemas.
Segundo, nossas vidas são cheias de turbulências/problemas mesmo, pois se fosse uma mansidão como seria heim? Será que conseguiríamos ver valores? Será que ganharíamos experiências? Essas respostas não são difíceis de serem obtidas, pois é só analisar o meio em que vivemos é comum “deixarmos as coisas piores do que já estão”, mas ainda continuo a perguntar, porque gostamos de falar de problemas? (...)
Terceiro, todo sofrimento precisa ser retirado com ações, e a mais importante é a nossa inteligência (nossa mente), pois viajar em pensamentos todos nós tiramos de letras, passamos horas pensando, pensando... e porque na hora de encarar pessoas, desafios, problemas... não somos assim também, e já vamos logo falando o primeiro pensamento que vem ou as vezes falamos sem pensar mesmo, e não planejamos nossos dias focados em coisas agradáveis, pois assim o foco é o nosso maior amigo nesse momento, se buscarmos algo bom, resoluções, linhas... chegaremos no final do dia muito mais cheio de energias boas do que das ruins.
Quarto, quando citei “nossa mente”, é que não é difícil se paramos por um instante e analisarmos o tamanho poder que ela tem sobre nossas ações. Augusto Cury no livro “Você é Insubstituível” diz que: “Todo ser humano passa por turbulências em sua vida. A alguns falta o pão na mesa; a outros, a alegria na alma. Uns lutam para sobreviver. Outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da tranqüilidade e da felicidade”. Isso desde o início busquei a reflexão porque focamos apenas nos sofrimentos? (...)
Enfim, a receita para que possamos ter uma vida agradável nada mais é que focar nossos dias em coisas boas, em pessoas alegres, pois maior que seja os obstáculos a serem superados, sempre ainda há uma forma. Isto é buscar a sabedoria do Pai, pois maior que seja o seu deserto, sempre há rocha, e, nessa rocha poderá haver água limpa e pura.
Portanto, os sofrimentos não são maiores que a nossa grandeza de viver, eles sempre existirão para valorizarmos os momentos vividos na presença de Deus, pois Ele tem acompanhado suas lutas e te dá a cada dia várias vitórias, então avante, pense positivo, e nunca se esqueça que “somos aquilo que pensamos ser”.
Que Deus abençoe a cada um de vocês!
Primeiro, porque focamos naquilo que vemos maior dificuldade, mas que, nem sempre é dificuldade de fato, pode ser uma coisa pequena quando comparado com problemas de tamanha grandeza que pessoas conhecidas estão enfrentando. Temos obsessão pelos problemas de fato, pois seria tão simples se falássemos primeiro as coisas boas, as maravilhas que temos nos nossos dias como: família, filhos, trabalho, amigos...até mesmo pelo fato de ter acordado e ter um brilhando para nos iluminar, mas não, não sabemos falar nada a não ser de problemas.
Segundo, nossas vidas são cheias de turbulências/problemas mesmo, pois se fosse uma mansidão como seria heim? Será que conseguiríamos ver valores? Será que ganharíamos experiências? Essas respostas não são difíceis de serem obtidas, pois é só analisar o meio em que vivemos é comum “deixarmos as coisas piores do que já estão”, mas ainda continuo a perguntar, porque gostamos de falar de problemas? (...)
Terceiro, todo sofrimento precisa ser retirado com ações, e a mais importante é a nossa inteligência (nossa mente), pois viajar em pensamentos todos nós tiramos de letras, passamos horas pensando, pensando... e porque na hora de encarar pessoas, desafios, problemas... não somos assim também, e já vamos logo falando o primeiro pensamento que vem ou as vezes falamos sem pensar mesmo, e não planejamos nossos dias focados em coisas agradáveis, pois assim o foco é o nosso maior amigo nesse momento, se buscarmos algo bom, resoluções, linhas... chegaremos no final do dia muito mais cheio de energias boas do que das ruins.
Quarto, quando citei “nossa mente”, é que não é difícil se paramos por um instante e analisarmos o tamanho poder que ela tem sobre nossas ações. Augusto Cury no livro “Você é Insubstituível” diz que: “Todo ser humano passa por turbulências em sua vida. A alguns falta o pão na mesa; a outros, a alegria na alma. Uns lutam para sobreviver. Outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da tranqüilidade e da felicidade”. Isso desde o início busquei a reflexão porque focamos apenas nos sofrimentos? (...)
Enfim, a receita para que possamos ter uma vida agradável nada mais é que focar nossos dias em coisas boas, em pessoas alegres, pois maior que seja os obstáculos a serem superados, sempre ainda há uma forma. Isto é buscar a sabedoria do Pai, pois maior que seja o seu deserto, sempre há rocha, e, nessa rocha poderá haver água limpa e pura.
Portanto, os sofrimentos não são maiores que a nossa grandeza de viver, eles sempre existirão para valorizarmos os momentos vividos na presença de Deus, pois Ele tem acompanhado suas lutas e te dá a cada dia várias vitórias, então avante, pense positivo, e nunca se esqueça que “somos aquilo que pensamos ser”.
Que Deus abençoe a cada um de vocês!